Bronquiectasia Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Bronquiectasia em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Bronquiectasia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade Tocantins
(63) 3467-1367
Praça Deputado José de Assis 1242
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Joao Herminio Altoe Vargas
(81) 9035-2160
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Edf Pasteurs/204
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Francisco de Assis
(28) 2101-5656
Rua Coronel Guardia 62
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade do Tocantins
(63) 3467-1211
Rua Manoel Batista Ferreira 1 qd 3 lt 1
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Franklin Wilson Novaes
(28) 3522-4139
Av Francisco Lacerda de Aguiar 26
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Bronquiectasia

A bronquiectasia é uma dilatação irreversível de porções brônquicas, geralmente associada à obstrução e a infecção que acomete mais frequentemente os lobos inferiores, a língula e o lobo médio, sendo mais comum sua ocorrência no pulmão esquerdo, embora 50% dos casos seja bilateral.Dentre as etiologias da bronquiectasia encontram-se as infecções bacterianas broncopulmonares recorrentes, a retenção de secreção devido a infecções mal curadas, e também defeitos imunológicos e anatômicos. É importante elucidar que geralmente a bronquiectasia decorre de outra patologia, sendo que as doenças mais comumente associadas são a bronquite crônica, asma brônquica, mucoviscidose, pneumonia e síndrome dos cílios imóveis.A obstrução do brônquio leva à retenção de ar proveniente do tecido pulmonar em regiões localizadas distalmente à obstrução e, conseqüentemente, essa área se contrai e colaba, resultando em uma força de tração que é exercida nas vias aéreas mais proximais, que se distorcem e dilatam. Ocorre maior acúmulo de secreções na região dilatada, o que se traduz em infecção que levam à inflamação da parede brônquica com destruição do tecido elástico e muscular. Como resultado das recorrentes infecções, as paredes bronquiais tornaram-se cada vez mais fracas, havendo uma dilatação irreversível.Tipicamente, o paciente portador dessa afecção apresenta tosse com expectoração persistente e em grande quantidade, especialmente pela manhã. Estas alterações são crônicas, porém apresentam pouco período de piora, sendo que o paciente necessita usar antibiótico frequentemente. Nesses casos pode haver a presença de febre, perda de apetite, chiado no peito, falta de ar, expectoração com sangue e piora geral do quadro. No entanto, existem casos onde o portador pode não apresentar nenhum sinal clínico.Existe também o tipo de bronquiectasia seca, onde não há a presença de expectoração abundante e persistente de muco. Manifesta-se sob episódios de hemoptise (tosse acompanhada de sangue), e normalmente decorre de lesões cicatrizadas de tuberculose.O médico poderá suspeitar da doença apenas através do histórico e quadro clínico apresentados pelo paciente. Por meio do exame físico é possível o médico detectar alterações na auscutação dos pulmões. Todavia, a confirmação é feita com a realização de exames de imagem, como radiografia, tomografia computadorizada ou broncografia do tórax. A espirometria, que é um exame que mede a capacidade de ar pulmonar, pode ser realizada para avaliar melhor a doença, bem como a gasometria arterial, que mede os níveis de oxigênio e dióxido de carbono do sangue.Nos casos da doença localizada que não há melhora com o tratamento conservador, pode-se optar pelo tratamento cirúrgico. Pacientes com hemoptise também são candidatos à cirurgia. Entretanto, previamente à realização da cirurgia, o médico deverá se certificar de que o indivíduo possua uma reserva de ar que possibilite a realização desse procedimento.Quando a doença é difusa, o tratamento é conservador, feito por meio da administração de antibióticos e da realização de exercícios fisioterápicos. Além dos antibióticos, existem outros fármacos que podem ser utilizados, como os mucolíticos e os broncodilatadores. Pacientes que apresentam bronquiectasias difusas, com grande prejuízo na qualidade de vida, podem passar pelo transplante pulmonar.Complicações podem ocorrer resultantes dessa afecção, como o empiema (acúmulo de pus dentro de uma cavidade natural), o abscesso pulmonar, o pneumotórax (acúmulo de ar na pleura), a hemoptise volumosa (quando o paciente tosse grande volume de sangue) e o cor pulmonale (quando a doença crônica dos pulmões danifica o coração).Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?459http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/bronquiectasia.htmhttp://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000144.htmhttp://fisioterapianapneumologia.blogspot.com/2010/02/sintomas-da-bronquiectasia.htmlhttp://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_04/cap_036.html