Bronquiectasia Brasília, DF

Informações sobre Bronquiectasia em Brasília. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Bronquiectasia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Brasília.

Nutrimed Centro de Medicina Nutricional
(61) 3346-6000
SGAS 613 lt 95 s 7 cj E
Brasília, DF
 
Sarah Peres Clínica de Nutrição
(61) 3242-4484
SGAS 910 CJ B bl F s 212
Brasília, DF
 
Clinigastro Unidade de Gastroenterologia e Endoscopia
(61) 3443-9404
SEPS 710/910 lt C/D s 413
Brasília, DF
 
Progine Clinica de Ginecologia e Obstetricia
(61) 3532-2003
SGAS 910
Brasília, DF
 
Maria Luíza Cruz Neves Carvalho
(61) 3245-4683
SHLS CJ B bl F s 604
Brasília, DF
 
Proctocentro
(61) 3244-6812
SEPS 709/909 s 112
Brasília, DF
 
Clinica Femin
(61) 3245-3314
SEPS 714/914 bl A s 112
Brasília, DF
 
Rebeca da Silva Jorge
(61) 3242-9450
SEPS 707/907 bl E s 316
Brasília, DF
 
Climepsy - Clinica de Assistencia Medica e Psicolo
(61) 3346-2204
SEPS 714/914 bl A s 314
Brasília, DF
 
Clínica Médica de Imagem Oral Ltda
(61) 3037-3888
SCN Q 5 BL A s 1124
Brasília, DF
 

Bronquiectasia

A bronquiectasia é uma dilatação irreversível de porções brônquicas, geralmente associada à obstrução e a infecção que acomete mais frequentemente os lobos inferiores, a língula e o lobo médio, sendo mais comum sua ocorrência no pulmão esquerdo, embora 50% dos casos seja bilateral.Dentre as etiologias da bronquiectasia encontram-se as infecções bacterianas broncopulmonares recorrentes, a retenção de secreção devido a infecções mal curadas, e também defeitos imunológicos e anatômicos. É importante elucidar que geralmente a bronquiectasia decorre de outra patologia, sendo que as doenças mais comumente associadas são a bronquite crônica, asma brônquica, mucoviscidose, pneumonia e síndrome dos cílios imóveis.A obstrução do brônquio leva à retenção de ar proveniente do tecido pulmonar em regiões localizadas distalmente à obstrução e, conseqüentemente, essa área se contrai e colaba, resultando em uma força de tração que é exercida nas vias aéreas mais proximais, que se distorcem e dilatam. Ocorre maior acúmulo de secreções na região dilatada, o que se traduz em infecção que levam à inflamação da parede brônquica com destruição do tecido elástico e muscular. Como resultado das recorrentes infecções, as paredes bronquiais tornaram-se cada vez mais fracas, havendo uma dilatação irreversível.Tipicamente, o paciente portador dessa afecção apresenta tosse com expectoração persistente e em grande quantidade, especialmente pela manhã. Estas alterações são crônicas, porém apresentam pouco período de piora, sendo que o paciente necessita usar antibiótico frequentemente. Nesses casos pode haver a presença de febre, perda de apetite, chiado no peito, falta de ar, expectoração com sangue e piora geral do quadro. No entanto, existem casos onde o portador pode não apresentar nenhum sinal clínico.Existe também o tipo de bronquiectasia seca, onde não há a presença de expectoração abundante e persistente de muco. Manifesta-se sob episódios de hemoptise (tosse acompanhada de sangue), e normalmente decorre de lesões cicatrizadas de tuberculose.O médico poderá suspeitar da doença apenas através do histórico e quadro clínico apresentados pelo paciente. Por meio do exame físico é possível o médico detectar alterações na auscutação dos pulmões. Todavia, a confirmação é feita com a realização de exames de imagem, como radiografia, tomografia computadorizada ou broncografia do tórax. A espirometria, que é um exame que mede a capacidade de ar pulmonar, pode ser realizada para avaliar melhor a doença, bem como a gasometria arterial, que mede os níveis de oxigênio e dióxido de carbono do sangue.Nos casos da doença localizada que não há melhora com o tratamento conservador, pode-se optar pelo tratamento cirúrgico. Pacientes com hemoptise também são candidatos à cirurgia. Entretanto, previamente à realização da cirurgia, o médico deverá se certificar de que o indivíduo possua uma reserva de ar que possibilite a realização desse procedimento.Quando a doença é difusa, o tratamento é conservador, feito por meio da administração de antibióticos e da realização de exercícios fisioterápicos. Além dos antibióticos, existem outros fármacos que podem ser utilizados, como os mucolíticos e os broncodilatadores. Pacientes que apresentam bronquiectasias difusas, com grande prejuízo na qualidade de vida, podem passar pelo transplante pulmonar.Complicações podem ocorrer resultantes dessa afecção, como o empiema (acúmulo de pus dentro de uma cavidade natural), o abscesso pulmonar, o pneumotórax (acúmulo de ar na pleura), a hemoptise volumosa (quando o paciente tosse grande volume de sangue) e o cor pulmonale (quando a doença crônica dos pulmões danifica o coração).Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?459http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/bronquiectasia.htmhttp://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000144.htmhttp://fisioterapianapneumologia.blogspot.com/2010/02/sintomas-da-bronquiectasia.htmlhttp://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_04/cap_036.html