Bicho Geográfico Rolim de Moura RO

Informações sobre Bicho Geográfico em Rolim de Moura. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Bicho Geográfico e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rolim de Moura.

Clínica Especializada
(69) 3442-4880
Avenida Florianópolis 5261
Rolim de Moura, Rondônia
 
Clínica Multimargem
(69) 3442-1015
Rua Guaporé 5169
Rolim de Moura, Rondônia
 
Policlínica Rolim de Moura
(69) 3442-2337
Avenida Paraná 5419
Rolim de Moura, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São José
(69) 3442-2325
Avenida Recife 4390
Rolim de Moura, Rondônia
 
Hospital Municipal Amélio João da Silva
(69) 3442-3133
Avenida Cuiabá 5414
Rolim de Moura, Rondônia
 
Clínica Gênesis
(69) 3442-7613
Avenida Recife 4934
Rolim de Moura, Rondônia
 
Masahito Ito
(69) 3442-2253
Avenida 25 de Agosto 4947
Rolim de Moura, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Bom Jesus
(69) 3442-2463
Avenida Macapá 5040
Rolim de Moura, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Parecis
(69) 3641-2322
Avenida Paraná 4495
Alta Floresta D'Oeste, Rondônia
 
Unidade Mista de Santa Luzia
(69) 3434-2331
Rua Sebastião Querubim Barbosa 2000
Santa Luzia D'Oeste, Rondônia
 

Bicho Geográfico

A larva migrans cutânea, popularmente conhecida como bicho geográfico, é uma dermatozoonose causada por um nematódeo, que ataca cães e gatos e, eventualmente, o homem. A espécie que ataca os gatos é o Ancylostoma braziliense, já a que ataca os cães é o Ancylostoma caninum.Os humanos se contaminam ao entrarem em contato com as fezes contaminadas desses animais, sendo que os locais mais comuns são gramados, tanques de areias em parques, praia, pois estes locais retêm umidade e protegem as larvas do sol, propiciando um ambiente adequado para a sobrevivência destas.Sendo assim, quando as larvas infectantes penetram ativamente na pele, geram lesões caracterizadas por trajetos inflamatórios tortuoso, semelhante a um mapa, vindo daí o nome popular de bicho geográfico. As lesões são acompanhadas de coceira, sendo que os mais atingidos são pés e nádegas. Devido ao ato de coçar, podem ocorrer infecções secundárias.Nos animais que apresentam infecções agudas, as manifestações clínicas apresentadas por eles são: anemia, fadiga e, às vezes, dificuldade respiratória. Nos casos de infecções crônicas, normalmente o animal apresenta-se abaixo do peso ideal, anorexia e pelagem escassa. Podem haver sinais de dificuldade respiratória, lesões de pele e claudicação.Nos humanos, o diagnóstico é clínico, através da observação das lesões características e também da coceira apresentada pelo paciente.O tratamento é feito utilizando-se pomadas locais nos casos mais brandos por 10 a 15 dias. No entanto, em lesões mais extensas, é feito também a administração de medicamentos via oral. Para aliviar a coceira, recomenda-se a realização de compressas de gelo no local. Não é recomendado furar as lesões.A prevenção é feita evitando andar descalço em locais de transição de cães e gatos, recolher as fezes do seu animal, evitar levar seu animal à praia e também realizar a vermifugação dele conforme a indicação do médico veterinário.Fontes:http://www.fasprotecaoanimal.org.br/bicho_geografico.asphttp://www.webanimal.com.br/cao/index2.asp?menu=bichogeo.htmhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?479http://pt.wikipedia.org/wiki/Larva_migrans