Aspergilose Açu RN

Informações sobre Aspergilose em Açu. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Aspergilose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Açu.

Clínica Santa Cecília
(84) 3331-2404
Rua Doutor Luiz Carlos 3384
Açu, Rio Grande do Norte
 
Policlínica do Açu
(84) 3331-2989
Rua 24 de Junho
Açu, Rio Grande do Norte
 
Nathanias Ribeiro Von Sohsten Júnior
(84) 3206-1875
Avenida Senador Salgado Filho 2190 s 223
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Dr Aladim
(84) 3221-3636
Rua Auta de Souza 182
Natal, Rio Grande do Norte
 
Gastronutri
(84) 3211-2778
Avenida Rodrigues Alves 930 s 202
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Oitava Rosado
(84) 3331-4994
Rua Senador João Câmara 1304
Açu, Rio Grande do Norte
 
Walter Pastor Rueda Arce
(84) 3331-4337
Rua Sinhazinha Wanderley 900
Açu, Rio Grande do Norte
 
Clinam - Clínica de Assistência Médica
(84) 3316-2424
Rua Duodécimo Rosado 10 - 7
Mossoró, Rio Grande do Norte
 
Instituto de Ginecologia Potengi
(84) 3222-3508
Rua Potengi 467
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Santa Cecília
(84) 3331-2404
Rua Doutor Luiz Carlos 3384
Açu, Rio Grande do Norte
 

Aspergilose

A aspergilose é uma doença infecciosa causada pelo fungo Aspergillus sp., que acomete principalmente o pulmão. Normalmente esta afecção é benigna, mas representa papel importante em infecções sistêmicas malignas, como é o caso dos pacientes com AIDS.O gênero Aspergillus é formado por mais de 200 espécies, distribuídas pelo mundo todo. O agente etiológico dessa doença multiplica-se no homem em formas multicelulares filamentosas, denominadas hifas septadas, dando origem a um micélio. Cada hifa apresenta 4 µm de diâmetro, sendo seu comprimento muito maior, normalmente dividindo-se em ramos. A espécie A. fumigatus é a responsável por aproximadamente 90 a 95% dos casos de aspergilose, porém existem outras espécies potencialmente patogênicas.Dentre os fatores patogênicos apresentados por este agente etiológico, destacam-se:Conídios reduzidos, medindo entre 2-3 µm, o que facilita sua inalação, resultando em infecção pulmonar e dos seios paranasais;Capacidade de multiplicar-se a 37°C, aproximadamente a temperatura do corpo humano, possibilitando, deste modo, afetar o homem;Capacidade de aderência a superfícies epiteliais e endoteliais, apresentando grande inclinação para adentrar-se nos vasos sanguíneos;Produção de grande quantidade de produtos extracelulares tóxicos para as células do hospedeiro.Quando o fungo adentra o organismo, geralmente por meio do sistema respiratório, poderá ocorrer a formação de uma massa de fungos, composta também por fibras micóticas, fibras responsáveis pela coagulação sanguínea e leucócitos, denominada aspergiloma. Seu crescimento é progressivo, levando a destruição do tecido pulmonar. Nos pacientes imunodeprimidos, a propagação pode ocorrer através da corrente sanguínea e alcançar o cérebro e os rins.Normalmente, os aspergilomas são assintomáticos, sendo evidenciado casualmente por uma radiografia. Todavia pode levar a repetidos acessos de tosse com sangue (hemoptise) e a uma hemorragia grave. A infecção que acomete os tecidos mais profundos pode resultar em uma doença grave, onde estão presentes os seguintes sintomas: febre, choque, delírio, calafrios, coágulos sanguíneos, encurtamento da respiração e perda de peso.O relato dos sintomas e o exame físico podem levar a suspeita dessa doença. A confirmação é feita por meio da observação da expectoração ao microscópio, porém a cultura também pode ser necessária. Utiliza-se também a sorologia para detecção de anticorpos específicos contra esse agente.O aspergiloma pode ser removido cirurgicamente. O tratamento medicamentoso é realizado com o fármaco antifúngico anfotericina B, ou com derivados de azol, como por exemplo, itraconazol, sendo este último utilizado em infecções profundas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Aspergilosehttp://www.manualmerck.net/?id=214&cn=1820http://www.biocelfmrp.com.br/departamento/arquivos/microbiologiaeparasitologia2/Aspergilose.pdfhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?39