Angiomatose Bacilar São José da Tapera AL

Informações sobre Angiomatose Bacilar em São José da Tapera. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Angiomatose Bacilar e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São José da Tapera.

Clínica São Lucas
(82) 3621-1646
Rua Luiz Gonzaga 380
Santana do Ipanema, Alagoas
 
Hospital Dr Arsenio Moreira da Silva
(82) 3621-3588
Rua São Cristóvão
Santana do Ipanema, Alagoas
 
Alerta Médico
(82) 3358-8090
Avenida Fernandes Lima 1889
Maceió, Alagoas
 
Cendor
(82) 2126-0740
Rua Doutor José Afonso de Melo 68 s 413
Maceió, Alagoas
 
Master Estética
(82) 3035-5596
Rua Jangadeiros Alagoanos 1481 s 108
Maceió, Alagoas
 
Unidade Adega Abrel Vilar
(82) 3623-1218
Praça José Amorim 154
Olho D'Água das Flores, Alagoas
 
Hospital Antônio Vieira Filho
(82) 3531-1461
Rua José Pereira de Melo
Batalha, Alagoas
 
Ivanildo Geraldo Melo de Holanda
(82) 3355-4228
Avenida Pilar 466
Maceió, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Smile Atendimento Clínico
(82) 3241-1831
Rua Teófilo Barros 91
Maceió, Alagoas
 

Angiomatose Bacilar

A angiomatose bacilar, conhecida popularmente como a doença da arranhadura do gato, é uma doença que está inclusa no grupo das bartoneloses humanas.Esta doença foi descrita pela primeira vez no ano de 1980, em pacientes portadores do HIV. Todavia, até 1993, o termo bartoneloses referia-se somente à doença de Carrión (afecção bifásica oriunda da região andina). Após a junção dos gêneros Rochalimaea e Bartonella, proposta por alguns pesquisadores, este último gênero passou a retratar diversas espécies, sendo que atualmente são 18 espécies e subespécies classificadas nesse gênero.Hoje em dia, o termo bartonelose engloba todas as moléstias resultantes da ação desses agentes, entre elas está a angiomatose bacilar. Esta última é causada pelas espécies B. henselae e B. quintana.As bartonelas são diminutos bacilos ou cocobacilos gram-negativos, que crescem em ágar enriquecido com sangue e em ambiente com CO2 em abundância. São bactérias intracelulares facultativas que aderem e invadem as células endoteliais e as células sanguíneas (eritrócitos).Em 1988, um grupo de pesquisadores associou a doença ao contato com gatos, demonstrando que a B. henselae replica-se e persiste nas pulgas. Ocorre então a transmissão para o gato da bactéria presente na pulga que, por sua vez, irá transmiti-la ao homem através da arranhadura do felino.A sintomatologia varia de acordo com o estado imunológico do indivíduo acometido. Apresentam lesões de proliferação vascular causadas por uma resposta angiogênica estabelecida pela bactéria em questão. Estas lesões apresentam localizações diversas, podendo acometer o organismo como um todo, compreendendo as mucosas. Dentre as manifestações clínicas mais freqüentes encontram-se: lesões papulosas, angiomatosas ou papulonodulares, que variam de alguns milímetros a vários centímetros de diâmetro, eritêmato-vinhosas ou da cor da pele; de superfície lisa ou rugosa. Podem ser múltiplas ou isoladas, localizadas ou disseminadas; também podem ser nodulares, móveis ou fixas. Ocasionalmente, estes nódulos podem ulcerar e sangrar, causando dor intensa. Menos freqüentemente, as lesões apresentam-se como placas endurecidas e hiperpigmentadas.Anteriormente ou concomitantemente ao surgimento das lesões, pode haver febre, de moderada a intensa, bem como anorexia, perda de peso, dor abdominal, náuseas, vômito e diarréia, principalmente quando houver comprometimento visceral. Também pode ocorrer comprometimento ósseo, intracerebral, hepático e esplênico.Como está doença é potencialmente fatal, além de ser infecciosa, o diagnóstico deve ser estabelecido logo no início da doença. Este, por sua vez, pode ser alcançado por meio de exame clínico, porém deve ser confirmado por meio de exames laboratoriais: cultura, histopatológico, sorologia ou técnicas de detecção gênica.O tratamento deve ser feito através da administração de antibióticos, sendo que a eritromicina é a droga de eleição. O uso do antibiótico é recomendado por, no mínimo, três meses.Uma vez que a transmissão se dá por meio dos gatos, a profilaxia é feita evitando-se o contato com esses animais.Fontes:http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n5/17563.pdfhttp://hivmedicine.aidsportugal.com/html/12_OIR_18.htmlhttp://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/am/v22n1/v22n1a02.pdf