Angeíte Granulomatosa Alérgica Rio Branco, Acre

Informações sobre Angeíte Granulomatosa Alérgica em Rio Branco. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Angeíte Granulomatosa Alérgica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rio Branco.

Saul Ruiz Suarez
(68) 3223-3086
R Pernambuco 1 - .133Proximo ao Posto Parati
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Mario Gil de Paula Afonso
(06) 822-3690
Rua Alvorada 21
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jadson Rago Junior
Rua Hugo Carneiro 401
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Katia Lima Andrade Ravena Acuna
(68) 224-7169
Rua Alvorada 806
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciene Pereira de Oliveira
(68) 224-9943
Clínica Médica Nefrologia
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Edson da Silva
(68) 3224-1678
Rua Alvorada 18 - Santa Casa de Misericórdia
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hercules Magalhaes Olivense do Carmo
(68) 3223-9051
Rua Alvorada 178 - Sala 14
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Edson Messias do Nascimento Chaves
(68) 3223-3740
R Alvorada 178 - Sala 08Hospital Santa Casa
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Rosa Paulino
(06) 8224-9640
Rua Francisco Mangabeira 72 - Sala 101 72 Sala 101
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cirley Maria de Oliveira Lobato
(06) 8228-0766
Travessa Mario de Oliveira 77 - 77
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Angeíte Granulomatosa Alérgica

A angeíte granulomatosa alérgica, também conhecida como doença de Churg-Strauss, consiste em uma vasculite sistêmica autoimune, de etiologia ainda não esclarecida.Foi primeiramente descrita no ano de 1951, por Churg e Strauss, foi definida como angeíte granulomatosa e caracterizada pela presença das seguintes características:Vasculite necrotizante;Infiltração tecidual eosinofílica;Granulomas extravasculares.Contudo, no ano de 1990, o American College of Rheumatology revisou tais critérios, apontando mais detalhadamente quais devem estar presentes no diagnóstico desta moléstia, que são:Asma, com o quadro variando de moderado à grave;Eosinofilia periférica (> 10%ou 1,5 x 109/L);Mono ou polineuropatia;Infiltrados pulmonares transitórios;Comprometimento dos seios paranasais;Biópsia com posterior avaliação anatomopatológica, evidenciando vasos sanguíneos com eosinófilos extravasculares.Embora a etiologia desta desordem ainda não tenha sido completamente elucidada, uma vez que há uma grande relação de pacientes com eosinofilia persistente e asma, bem como elevado título de IgE sérica em certos casos, pode ser que haja um importante componente alérgico e imunomediado.O curso da doença é dividido em três fases:A fase inicial, fase prodrômica, que é a mais longa, caracterizando-se por asma e manifestações clínicas de rinite e sinusite;Fase eosinofílica, que pode se manifestar em anos, caracterizada por eosinofilia periférica e infiltrados eosinofílicos teciduais;Fase vasculítica, que pode ser grave, aumentando consideravelmente a morbidade dos pacientes.Esta doença é sistêmica, mas possui preferência por algumas regiões do corpo, como a pele, o sistema respiratório e o sistema nervoso.As manifestações clínicas incluem:Asma intensa e tardia;Sinusite crônica;Eosinofilia;Vasculite;Perda de peso;Mialgia;Artralgia;Infarto agudo do miocárdio;Pericardite aguda ou constritiva.As manifestações clínicas levam à desconfiança desta doença. A confirmação é feita por meio de exames de sangue, que revelam um grande aumento nos níveis de eosinófilos na corrente sanguínea (eosinofilia); teste de função renal, que aponta resultados alterados; exames de imagem do tórax (radigrafia ou tomografia computadorizada); biópsia do tecido acometido.O tratamento visa amenizar a vasculite e suprimir o sistema imune, por meio da utilização de altas doses de corticoides ou outros fármacos imunossupressores, como a ciclofosfamida, a azatioprina ou o metotrexano.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?470http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132005000700008