Angeíte Granulomatosa Alérgica Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Angeíte Granulomatosa Alérgica em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Angeíte Granulomatosa Alérgica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Eugenia de Azevedo
(28) 3522-1203
Av Pinheiro Junior 156 - Ed Sta Rosa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Franklin Wilson Novaes
(28) 3522-4139
Av Francisco Lacerda de Aguiar 26
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Joao Herminio Altoe Vargas
(81) 9035-2160
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Edf Pasteurs/204
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Mendes Pratti
(27) 3200-8080
Av Central 1563
Serra, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Angeíte Granulomatosa Alérgica

A angeíte granulomatosa alérgica, também conhecida como doença de Churg-Strauss, consiste em uma vasculite sistêmica autoimune, de etiologia ainda não esclarecida.Foi primeiramente descrita no ano de 1951, por Churg e Strauss, foi definida como angeíte granulomatosa e caracterizada pela presença das seguintes características:Vasculite necrotizante;Infiltração tecidual eosinofílica;Granulomas extravasculares.Contudo, no ano de 1990, o American College of Rheumatology revisou tais critérios, apontando mais detalhadamente quais devem estar presentes no diagnóstico desta moléstia, que são:Asma, com o quadro variando de moderado à grave;Eosinofilia periférica (> 10%ou 1,5 x 109/L);Mono ou polineuropatia;Infiltrados pulmonares transitórios;Comprometimento dos seios paranasais;Biópsia com posterior avaliação anatomopatológica, evidenciando vasos sanguíneos com eosinófilos extravasculares.Embora a etiologia desta desordem ainda não tenha sido completamente elucidada, uma vez que há uma grande relação de pacientes com eosinofilia persistente e asma, bem como elevado título de IgE sérica em certos casos, pode ser que haja um importante componente alérgico e imunomediado.O curso da doença é dividido em três fases:A fase inicial, fase prodrômica, que é a mais longa, caracterizando-se por asma e manifestações clínicas de rinite e sinusite;Fase eosinofílica, que pode se manifestar em anos, caracterizada por eosinofilia periférica e infiltrados eosinofílicos teciduais;Fase vasculítica, que pode ser grave, aumentando consideravelmente a morbidade dos pacientes.Esta doença é sistêmica, mas possui preferência por algumas regiões do corpo, como a pele, o sistema respiratório e o sistema nervoso.As manifestações clínicas incluem:Asma intensa e tardia;Sinusite crônica;Eosinofilia;Vasculite;Perda de peso;Mialgia;Artralgia;Infarto agudo do miocárdio;Pericardite aguda ou constritiva.As manifestações clínicas levam à desconfiança desta doença. A confirmação é feita por meio de exames de sangue, que revelam um grande aumento nos níveis de eosinófilos na corrente sanguínea (eosinofilia); teste de função renal, que aponta resultados alterados; exames de imagem do tórax (radigrafia ou tomografia computadorizada); biópsia do tecido acometido.O tratamento visa amenizar a vasculite e suprimir o sistema imune, por meio da utilização de altas doses de corticoides ou outros fármacos imunossupressores, como a ciclofosfamida, a azatioprina ou o metotrexano.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?470http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132005000700008