Angeíte Granulomatosa Alérgica Brasília, DF

Informações sobre Angeíte Granulomatosa Alérgica em Brasília. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Angeíte Granulomatosa Alérgica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Brasília.

Gustavo de Oliveira Costa
(61) 3362-6000
Sia Trecho 02 Lote 1125
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernando Renato M de S P Leme
(32) 456-2670
Clínica Médica Gastroenterologia
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcelo de Faveri
(61) 3442-8134
Sep/S 710/910 Centro Clínico Via Brasil 534
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aristein Tai Shyn Woo
(61) 3347-0213
Shln Conj.B Bloco 02 00 - Próximo ao Santa Helena
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dr.Valter Caetano
396-2440
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Kenio Dias Botelho
(61) 3442-1018
Seup 710/910 220 - Sala 220
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernando Cesar D Andrada Sobrinho
Sds Bl. Pº 36 - Ed. Venancio Iii Sala 401
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ihsan Youssef Simaan
(61) 3445-1166
Seps 715/915 Sul Edificio Pacini Conjunto a Bolco B Sala 208 208 - Setor Ho
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eduardo Flávio Oliveira Ribeiro
(61) 3245-7505
Shls 716 Centro Clínico Torre 2 304
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alexandre Lima Rodrigues da Cunha
(61) 3345-5505
Shls 716 Centro Clinico Sul Torre Ii Sala 420
Brasilia, DF
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Angeíte Granulomatosa Alérgica

A angeíte granulomatosa alérgica, também conhecida como doença de Churg-Strauss, consiste em uma vasculite sistêmica autoimune, de etiologia ainda não esclarecida.Foi primeiramente descrita no ano de 1951, por Churg e Strauss, foi definida como angeíte granulomatosa e caracterizada pela presença das seguintes características:Vasculite necrotizante;Infiltração tecidual eosinofílica;Granulomas extravasculares.Contudo, no ano de 1990, o American College of Rheumatology revisou tais critérios, apontando mais detalhadamente quais devem estar presentes no diagnóstico desta moléstia, que são:Asma, com o quadro variando de moderado à grave;Eosinofilia periférica (> 10%ou 1,5 x 109/L);Mono ou polineuropatia;Infiltrados pulmonares transitórios;Comprometimento dos seios paranasais;Biópsia com posterior avaliação anatomopatológica, evidenciando vasos sanguíneos com eosinófilos extravasculares.Embora a etiologia desta desordem ainda não tenha sido completamente elucidada, uma vez que há uma grande relação de pacientes com eosinofilia persistente e asma, bem como elevado título de IgE sérica em certos casos, pode ser que haja um importante componente alérgico e imunomediado.O curso da doença é dividido em três fases:A fase inicial, fase prodrômica, que é a mais longa, caracterizando-se por asma e manifestações clínicas de rinite e sinusite;Fase eosinofílica, que pode se manifestar em anos, caracterizada por eosinofilia periférica e infiltrados eosinofílicos teciduais;Fase vasculítica, que pode ser grave, aumentando consideravelmente a morbidade dos pacientes.Esta doença é sistêmica, mas possui preferência por algumas regiões do corpo, como a pele, o sistema respiratório e o sistema nervoso.As manifestações clínicas incluem:Asma intensa e tardia;Sinusite crônica;Eosinofilia;Vasculite;Perda de peso;Mialgia;Artralgia;Infarto agudo do miocárdio;Pericardite aguda ou constritiva.As manifestações clínicas levam à desconfiança desta doença. A confirmação é feita por meio de exames de sangue, que revelam um grande aumento nos níveis de eosinófilos na corrente sanguínea (eosinofilia); teste de função renal, que aponta resultados alterados; exames de imagem do tórax (radigrafia ou tomografia computadorizada); biópsia do tecido acometido.O tratamento visa amenizar a vasculite e suprimir o sistema imune, por meio da utilização de altas doses de corticoides ou outros fármacos imunossupressores, como a ciclofosfamida, a azatioprina ou o metotrexano.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?470http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132005000700008