Alotriofagia Monteiro PB

Informações sobre Alotriofagia em Monteiro. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Alotriofagia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Monteiro.

José Nurisman Cartaxo Lopes
(83) 3351-2020
Rua Nestor Bezerra 131
Monteiro, Paraíba
 
Hospital Municipal de Prata
(83) 3390-1046
Rua Manoel Vieira 177
Prata, Paraíba
 
Hospital Municipal de Prata
(83) 3390-1046
Rua Manoel Vieira
Prata, Paraíba
 
Policlínica João Pessoa
(83) 3246-3040
Rua Epitácio Pessoa 4840
João Pessoa, Paraíba
 
Irene Veti Lombardi Farias
(83) 3244-1181
Avenida Rui Barbosa 484
João Pessoa, Paraíba
 
Clínica Santa Sophia
(83) 3351-2298
Rua Epaminondas Azevedo 33
Monteiro, Paraíba
 
Hospital Santa Filomena
(83) 3351-2204
Rua Epaminondas Azevedo
Monteiro, Paraíba
 
Hospital Dr João Feitosa
(83) 3304-1008
Rua Antônio Ventura Caraciolo
São Sebastião do Umbuzeiro, Paraíba
 
Clínica de Reumatologia
(83) 3224-3392
Rua João Domingos 91
João Pessoa, Paraíba
 
Clínica Pró Mulher
(83) 3215-1100
Avenida Presidente Epitácio Pessoa 595
João Pessoa, Paraíba
 

Alotriofagia

A alotriofagia, também conhecida como Síndrome de Pica, é uma rara condição dos seres humanos, e se caracteriza por um apetite por substâncias não nutritivas, como terra, carvão ou tecidos. Para ser considerado um caso de alotriofagia, essa condição deve persistir por mais de um mês, em uma idade em que comer certos objetos seja considerado mentalmente inapropriado. Existem diferentes cariações da alotriofagia, que podem ser desde uma mera tradição cultural, um gosto particular ou um mecanismo neurológico que indica a deficiência de elementos, como ferro, ou algum outro desequilíbrio no organismo.O termo “pica” vem da palavra em latim para o pássaro pega-rabuda (também conhecido como pica pica). Esse é um pássaro conhecido por comer praticamente tudo. No sul dos Estados Unidos, nos anos 1800, a geofagia era uma prática comum entre a população escrava. Pesquisas sobre distúrbios alimentares no século XVI sugeriam que a alotriofagia era considerada um sintoma de outra condição clínica, ao invés de ser a própria condição clínica.Essa condição pode facilmente levar crianças à intoxicação, que pode resultar em importantes prejuízos no desenvolvimento físico e mental. Além disso, essa situação pode resultar em cirurgias emergenciais, devido à obstrução intestinal, além de sintomas mais sutis como deficiências nutricionais e casos de parasitoses. A alotriofagia tem sido constantemente associada a problemas mental que muitas vezes tenham consequências psicóticas. Desencadeadores de estresse, como a orfandade, severos problemas familiares, negligência dos pais, gravidez ligada à insuficiência de nutrientes e uma estrutura familiar transtornada estão fortemente ligados alotriofagia.A alotriofagia possui subdivisões para cada tipo de material consumido pelo indivíduo, as condições mais conhecidas são:Amilofagia: consumo excessivo de amido;Acufagia: consumo de objetos pontiagudos;Coprofagia: consumo de fezes;Emetofagia: consumo de vômito;Geofagia: consumo de terra;Hematofagia: consumo de sangue;Hialofagia: consumo de vidro;Lithofagia – comer pedras;Trichofagia – comer cabelo;Urofagia – ingerir urina;Xilofagia – comer madeira.Algumas outras situações famosas estão as de ingerir tinta, e até o canibalismo. Deve-se notar, que a condição só deve ser tratada como alotriofagia, se o consumo desses materiais se prolongar por mais de um mês. Entretanto, não há um exame específico que possa diagnosticar a alotriofagia. Como essa condição, em muitas vezes dos casos, pode ser associada à má ou baixa nutrição, o médico, ou outro prestador do serviço de saúde, deve fazer exames de sangue, para conferir os níveis de ferro e zinco do paciente. Deve-se, também, realizar medições da hemoglobina, para testes de anemia. Por precaução, as crianças precisam checar os níveis de chumbo, principalmente se ingeriram tinta, ou materiais cobertos por tinta. O médico também deve procurar indícios de infecções ou parasitas, caso o paciente tenha ingerido solo contaminado, ou restos de animais. Em indivíduos com diagnósticos confirmados de autismo, esquizofrenia, e alguns tipos de desordens físicas, como a Síndrome de Kleine-Levin, substâncias estranhas e não nutritivas podem ser consumidas, mas nesses casos, a alotriofagia não deve ser considerada como um diagnóstico adicional.O tratamento da alotriofagia pode variar de paciente para paciente, principalmente por que deve-se levar em contra a causa suspeita, como deficientes mentais, grávidas ou psicóticos, e pode ser relacionado a tratamentos psicológicos, mudanças ambientais, reestruturação familiar, ou um simples tratamento com suplementos vitamínicos e mudanças na dieta. Se a causa for psicótica, o tratamento envolverá terapias e o uso de medicamentos como o SSRI (inibidor seletivo de recaptação de serotonina).Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Pica_(disorder)http://diariodebiologia.com/2010/04/alotriofagia-sindrome-de-pica/http://eremitha.blogspot.com.br/2012/01/alotriofagia.html