Alergia ao látex Gravataí, Rio Grande do Sul

Informações sobre Alergia ao látex em Gravataí. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Alergia ao látex e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Gravataí.

Valerie Noronha Menezes Kreutz
(51) 3222-9277
Padre Chagas 147 - Sala 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Sergio Luiz Nadvorny
(51) 3342-3860
Av. Benjamim Constant 1161 - Sala 3
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Regina Sumiko Watanabe Di Gesu
(51) 3225-6927
Dom Feliciano 39 - 503
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Giovanni Marcelo Siqueira Di Gesu
(51) 3225-6927
Dom Feliciano 39 - 503
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Centromed Centro Médico Gravataí
(51) 3488-3444
Rua Doutor Luiz Bastos do Prado 1615
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Moyses Eizirik
(51) 3224-5679
Vig Jose Inacio 566 - 604
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Ciro Benito Poglia Barbiero
(51) 3332-6931
Rua Dona Laura 207 - Conj.201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Breno Ryba
(51) 3228-5370
Rua dos Andradas 1519 - Cj. 45
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Frank Ferraz Medicos do Trabalho Associados
(51) 3488-3691
Rua Carlos Linck 50 s 102
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Uniclinica
(51) 3042-4024
Rua Prefeito Ary Tubbs 665 - 8
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Dados Divulgados por

Alergia ao látex

Alergia ao látex é definida como qualquer reação imunomediada a proteína do látex, que vem acompanhada de sintomas clínicos. Já o termo sensibilização ao látex é definido como a presença de anticorpos circulantes IgE ao látex, mas que não apresentam manifestações clínicas.O látex é uma borracha natural proveniente de um líquido leitoso das seringueiras (Hevea brasiliensis).O primeiro caso descrito de reação alérgica ao látex foi no ano de 1927, por Stem, na Alemanha. Todavia, foi somente em 1979 que Nutter descreve uma reação alérgica mediada por IgE específica para os alérgenos do látex.Sabe-se que na Europa e nos Estados Unidos, a prevalência desta condição gira em torno de 2,6% a 16,9%; contudo, a prevalência no Brasil é desconhecida. Sabe-se que a incidência deste tipo de alergia tem aumentado, provavelmente resultante do reconhecimento da alergia ao látex como uma doença e o uso frequente deste material. Este fato é preocupante, uma vez que ele está presente em vários produtos da área da saúde, bem como em preservativos.Uma vez que o látex compõe variados produtos utilizados em diferentes serviços, quem faz parte dos grupos de risco são os jardineiros, esportistas que utilizam materiais confeccionados com látex, artistas que usam material com látex, cozinheiros, profissionais da área da beleza e da construção civil, profissionais da saúde, bem como profissionais da indústria de látex.De acordo com o Comitê Internacional de Nomenclatura de Alérgenos da IUIS – International Union of Immunological Societies, foram identificados até o momento 14 alérgenos do látex, que receberam o nome de Hev b1 a Hev b14.Um fato curioso é que de 20-60% dos pacientes que demonstram alergia ao látex apresentam reação depois de entrarem em contato com algum alimento de origem vegetal, especialmente frutas tropicais, condição que recebe o nome de síndrome látex-fruta, ou látex-pólen-fruta. Habitualmente surge, primeiramente, a sensibilidade ao látex e, por conseguinte, às frutas; todavia, também pode ocorrer o inverso.As manifestações clínicas podem ser localizadas ou generalizadas. Caracteriza-se pela presença de urticária, angiodema, conjuntivite, rinite, asma, podendo causar choque anafilático. Comumente o prurido inicia-se dentro de 5 minutos após a exposição ao látex. As erupções na pele surgem dentro de 1 hora após suspenso o contato com o alérgeno, sendo que as reações tipicamente se limitam a região de contato.O diagnóstico é obtido por meio de uma detalhada análise do histórico clínico do paciente, bem como procurar saber e o paciente faz parte do grupo de risco. Para confirmação do mesmo, existem testes laboratoriais que podem ser feitos:Teste in vivo: como, por exemplo, o teste de puntura com látex, considerado como positivo em casos nos quais o diâmetro da pápula for igual ou superior a 3 mm, teste intradérmico e teste de contato com material contendo látex.Teste in vitro: é capaz de identificar o anticorpo IgE específico para o látex. Ex: radioalergosorbent test (Rast), ensaio Imunoenzimático (E.L.I.S.A.), IgE Total, Western blot, dentre outros.O tratamento é preventivo. Contudo, é muito difícil, uma vez que mais de 40.000 produtos do mercado contêm proteínas do látex. Existem outros materiais que podem substituir o látex, como polímeros de vinil, polímeros de neoprene e polímeros de estirene butadieno; todavia, tais substitutos ainda não são utilizados na fabricação de preservativos, sendo assim, indivíduos alérgicos ao látex devem suspender o uso destes últimos, o que contribui com a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis.Também é importante ressaltar que estes pacientes evitem consumir certos alimentos de origem vegetal, como banana, nozes, kiwi, avelã, abacate, pêssego, maracujá, mamão, melão, manga, amendoim, frutas cítricas, cereja, coco, uva, pêra, tomate, batata, mandioca, cenoura e pólen.Fontes:http://medicalsuite.einstein.br/diretrizes/anestesia/alergia-ao-latex.pdfhttp://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/33/latex.asphttp://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/11686http://www.sbai.org.br/revistas/Vol335/alergia_33_5.pdf