Alergia ao látex Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Alergia ao látex em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Alergia ao látex e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Jose Americo Faber da Silva
(28) 3522-7586
Av Francisco Lacerda de Aguiar 70 - /202
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Alergia e Imunologia

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Joao Herminio Altoe Vargas
(81) 9035-2160
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Edf Pasteurs/204
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Franklin Wilson Novaes
(28) 3522-4139
Av Francisco Lacerda de Aguiar 26
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Eugenia de Azevedo
(28) 3522-1203
Av Pinheiro Junior 156 - Ed Sta Rosa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Alergia ao látex

Alergia ao látex é definida como qualquer reação imunomediada a proteína do látex, que vem acompanhada de sintomas clínicos. Já o termo sensibilização ao látex é definido como a presença de anticorpos circulantes IgE ao látex, mas que não apresentam manifestações clínicas.O látex é uma borracha natural proveniente de um líquido leitoso das seringueiras (Hevea brasiliensis).O primeiro caso descrito de reação alérgica ao látex foi no ano de 1927, por Stem, na Alemanha. Todavia, foi somente em 1979 que Nutter descreve uma reação alérgica mediada por IgE específica para os alérgenos do látex.Sabe-se que na Europa e nos Estados Unidos, a prevalência desta condição gira em torno de 2,6% a 16,9%; contudo, a prevalência no Brasil é desconhecida. Sabe-se que a incidência deste tipo de alergia tem aumentado, provavelmente resultante do reconhecimento da alergia ao látex como uma doença e o uso frequente deste material. Este fato é preocupante, uma vez que ele está presente em vários produtos da área da saúde, bem como em preservativos.Uma vez que o látex compõe variados produtos utilizados em diferentes serviços, quem faz parte dos grupos de risco são os jardineiros, esportistas que utilizam materiais confeccionados com látex, artistas que usam material com látex, cozinheiros, profissionais da área da beleza e da construção civil, profissionais da saúde, bem como profissionais da indústria de látex.De acordo com o Comitê Internacional de Nomenclatura de Alérgenos da IUIS – International Union of Immunological Societies, foram identificados até o momento 14 alérgenos do látex, que receberam o nome de Hev b1 a Hev b14.Um fato curioso é que de 20-60% dos pacientes que demonstram alergia ao látex apresentam reação depois de entrarem em contato com algum alimento de origem vegetal, especialmente frutas tropicais, condição que recebe o nome de síndrome látex-fruta, ou látex-pólen-fruta. Habitualmente surge, primeiramente, a sensibilidade ao látex e, por conseguinte, às frutas; todavia, também pode ocorrer o inverso.As manifestações clínicas podem ser localizadas ou generalizadas. Caracteriza-se pela presença de urticária, angiodema, conjuntivite, rinite, asma, podendo causar choque anafilático. Comumente o prurido inicia-se dentro de 5 minutos após a exposição ao látex. As erupções na pele surgem dentro de 1 hora após suspenso o contato com o alérgeno, sendo que as reações tipicamente se limitam a região de contato.O diagnóstico é obtido por meio de uma detalhada análise do histórico clínico do paciente, bem como procurar saber e o paciente faz parte do grupo de risco. Para confirmação do mesmo, existem testes laboratoriais que podem ser feitos:Teste in vivo: como, por exemplo, o teste de puntura com látex, considerado como positivo em casos nos quais o diâmetro da pápula for igual ou superior a 3 mm, teste intradérmico e teste de contato com material contendo látex.Teste in vitro: é capaz de identificar o anticorpo IgE específico para o látex. Ex: radioalergosorbent test (Rast), ensaio Imunoenzimático (E.L.I.S.A.), IgE Total, Western blot, dentre outros.O tratamento é preventivo. Contudo, é muito difícil, uma vez que mais de 40.000 produtos do mercado contêm proteínas do látex. Existem outros materiais que podem substituir o látex, como polímeros de vinil, polímeros de neoprene e polímeros de estirene butadieno; todavia, tais substitutos ainda não são utilizados na fabricação de preservativos, sendo assim, indivíduos alérgicos ao látex devem suspender o uso destes últimos, o que contribui com a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis.Também é importante ressaltar que estes pacientes evitem consumir certos alimentos de origem vegetal, como banana, nozes, kiwi, avelã, abacate, pêssego, maracujá, mamão, melão, manga, amendoim, frutas cítricas, cereja, coco, uva, pêra, tomate, batata, mandioca, cenoura e pólen.Fontes:http://medicalsuite.einstein.br/diretrizes/anestesia/alergia-ao-latex.pdfhttp://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/33/latex.asphttp://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/11686http://www.sbai.org.br/revistas/Vol335/alergia_33_5.pdf