Agranulocitose Itabira, Minas Gerais

Informações sobre Agranulocitose em Itabira. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Agranulocitose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Itabira.

Centro Medico de Itabira
(31) 3831-2244
Rua Minervino Bethônico 8
Itabira, Minas Gerais
 
Condominio Dona Zezeca
(31) 3831-5161
Avenida João Soares da Silva 32
Itabira, Minas Gerais
 
Mm Servicos Medicos Ltda
(31) 3831-2435
Rua Irmãos D'Caux 47 s 112
Itabira, Minas Gerais
 
Fonoaudiologia e Medicina Associadas S/c Ltda
(31) 3831-4685
Rua Doutor Novaes 11
Itabira, Minas Gerais
 
Virgilino Quintao Torres Cruz
(31) 3834-5515
Rua Tenente Cândido Eliziario 28
Itabira, Minas Gerais
 
Climater Clinica Medica Odontologia e Psicologia
(31) 3831-3088
Rua Trajano Procópio 78
Itabira, Minas Gerais
 
Clinica Varela
(31) 3831-1597
Rua Zeca Amâncio 127
Itabira, Minas Gerais
 
Condominio do Edificio Med Center
(31) 3831-4445
Rua Trajano Procópio 36
Itabira, Minas Gerais
 
Integracao Servicos Medicos Ltda
(31) 3834-1873
Avenida Ipiranga 212
Itabira, Minas Gerais
 
Clínica Barros
(31) 3831-3051
Avenida Carlos Drumond de Andrade 5
Itabira, Minas Gerais
 

Agranulocitose

A agranulocitose, também conhecida como agranulocitopenia, é uma doença aguda do sangue, caracterizada pela redução (abaixo de 500 células por milímetro cúbico de sangue) ou ausência de leucócitos granulosos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos). Estas células são as principais barreiras de defesa contra as infecções, sendo assim, aumenta o risco do paciente contraí-las.Existem diferentes etiologias para a causa dessa doença, como o uso de certos medicamentos (clozapina, dipirona e metamizol, por exemplo), exposição à radiação, imunodeficiência adquirida (AIDS), desnutrição, fatores genéticos, entre outros. Existe também uma forma rara, genética, onde a agranulocitose é herdada.O quadro clínico relaciona-se com o tipo, a gravidade e a duração da infecção associada. Os sinais apresentados no período prodrômico são: dor de garganta, ulcerações da mucosa oral e faríngea, febre e calafrios. Já a fase aguda, o paciente apresenta: prostração, astenia, ulceração vaginal e retal (que pode ser resultado de uma infecção localizada), pneumonia, infecção do aparelho urinário e septicemia.O diagnóstico é feito por meio da anamnese, juntamente com uma contagem sanguínea completa. No mielograma irão aparecer células mielóides normocelulares com promielócitos com maturação interrompida. Como existem outras doenças que podem levar a um quadro clínico semelhante, como a anemia aplástica, hemoglobinúria paroxística noturna, síndrome mielodisplásica e leucemia, a análise da medula óssea se faz indispensável.O tratamento dessa enfermidade consiste, primariamente, na interrupção da exposição ao fator causador dessa condição. Algumas medidas gerais que devem ser tomadas são:Hospitalização durante a fase aguda da doença;Após a internação: realização de adequada higiene pessoal;Manter a cavidade oral limpa, por meio de lavagens freqüentes com água morna com sal, ou gargarejo com água oxigenada.As possíveis complicações que podem vir a ocorrer são:Septicemia;Broncopneumonia;Danos nos rins;Necrose hemorrágica das lesões nas membranas mucosas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Agranulocitosehttp://www.mccorreia.com/hematologico/agranulocitose.htmhttp://www.saudedicas.com.br/doencas/agranulocitose-183143