Agranulocitose Gravataí, Rio Grande do Sul

Informações sobre Agranulocitose em Gravataí. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Agranulocitose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Gravataí.

Uniclinica
(51) 3042-4024
Rua Prefeito Ary Tubbs 665 - 8
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Sandra Fagundes Nutriclin
(51) 3043-6114
Rua Anapio Gomes 1668 s 101
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Centromed Centro Médico Gravataí
(51) 3488-3444
Rua Doutor Luiz Bastos do Prado 1615
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Clinica Solaris
(51) 3488-5466
Rua Benjamin Constant 169
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Centromed
(51) 3488-5266
Rua Doutor Luiz Bastos do Prado 1615
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Maria do Carmo Dimer Webber
(51) 3484-1142
Avenida José Loureiro da Silva 1441 s 302
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Frank Ferraz Medicos do Trabalho Associados
(51) 3488-3691
Rua Carlos Linck 50 s 102
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Uniclinica
(51) 3042-4024
Rua Prefeito Ary Tubbs 665
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Centro Clinico Gravatai
(51) 3484-8400
Avenida José Loureiro da Silva 1843
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Clinica Medica Dr Eli
(51) 3497-7289
Rua Alexandrino de Alencar 1530
Gravataí, Rio Grande do Sul
 

Agranulocitose

A agranulocitose, também conhecida como agranulocitopenia, é uma doença aguda do sangue, caracterizada pela redução (abaixo de 500 células por milímetro cúbico de sangue) ou ausência de leucócitos granulosos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos). Estas células são as principais barreiras de defesa contra as infecções, sendo assim, aumenta o risco do paciente contraí-las.Existem diferentes etiologias para a causa dessa doença, como o uso de certos medicamentos (clozapina, dipirona e metamizol, por exemplo), exposição à radiação, imunodeficiência adquirida (AIDS), desnutrição, fatores genéticos, entre outros. Existe também uma forma rara, genética, onde a agranulocitose é herdada.O quadro clínico relaciona-se com o tipo, a gravidade e a duração da infecção associada. Os sinais apresentados no período prodrômico são: dor de garganta, ulcerações da mucosa oral e faríngea, febre e calafrios. Já a fase aguda, o paciente apresenta: prostração, astenia, ulceração vaginal e retal (que pode ser resultado de uma infecção localizada), pneumonia, infecção do aparelho urinário e septicemia.O diagnóstico é feito por meio da anamnese, juntamente com uma contagem sanguínea completa. No mielograma irão aparecer células mielóides normocelulares com promielócitos com maturação interrompida. Como existem outras doenças que podem levar a um quadro clínico semelhante, como a anemia aplástica, hemoglobinúria paroxística noturna, síndrome mielodisplásica e leucemia, a análise da medula óssea se faz indispensável.O tratamento dessa enfermidade consiste, primariamente, na interrupção da exposição ao fator causador dessa condição. Algumas medidas gerais que devem ser tomadas são:Hospitalização durante a fase aguda da doença;Após a internação: realização de adequada higiene pessoal;Manter a cavidade oral limpa, por meio de lavagens freqüentes com água morna com sal, ou gargarejo com água oxigenada.As possíveis complicações que podem vir a ocorrer são:Septicemia;Broncopneumonia;Danos nos rins;Necrose hemorrágica das lesões nas membranas mucosas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Agranulocitosehttp://www.mccorreia.com/hematologico/agranulocitose.htmhttp://www.saudedicas.com.br/doencas/agranulocitose-183143