Agranulocitose Aquidauana MS

Informações sobre Agranulocitose em Aquidauana. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Agranulocitose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Aquidauana.

Cardioclinic
(67) 3241-3000
Rua Pandiá Calógeras 242
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Núcleo Regional de Saúde
(67) 3241-2143
Rua Pedro Pace
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Hospital do Anastácio
(67) 3245-2640
Rua Índio Neco 1369
Anastácio, Mato Grosso do Sul
 
Centro Oncologia e Hematologia
(67) 3324-0709
Rua Rui Barbosa 3633
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica de Cirurgia Vascular e Medicina Estética
(67) 3441-2292
Rua Walter Hubacher 639
Nova Andradina, Mato Grosso do Sul
 
Associação Aquidauanense de Assistência Hospitalar
(67) 3241-3636
Rua Manoel Antônio Paes Barros 1424
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Sunrural
(67) 3241-4123
Rodovia Aua Cera km 4
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Consultório Médico Dr Marcelo Ascoli
(67) 3272-1009
Rua Alagoas 181
Sidrolândia, Mato Grosso do Sul
 
Center Clínica Serviços Médicos
(67) 3441-2591
Rua Walter Hubacher 1128
Nova Andradina, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Activite
(67) 3025-2325
Rua Antônio Maria Coelho 3277
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 

Agranulocitose

A agranulocitose, também conhecida como agranulocitopenia, é uma doença aguda do sangue, caracterizada pela redução (abaixo de 500 células por milímetro cúbico de sangue) ou ausência de leucócitos granulosos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos). Estas células são as principais barreiras de defesa contra as infecções, sendo assim, aumenta o risco do paciente contraí-las.Existem diferentes etiologias para a causa dessa doença, como o uso de certos medicamentos (clozapina, dipirona e metamizol, por exemplo), exposição à radiação, imunodeficiência adquirida (AIDS), desnutrição, fatores genéticos, entre outros. Existe também uma forma rara, genética, onde a agranulocitose é herdada.O quadro clínico relaciona-se com o tipo, a gravidade e a duração da infecção associada. Os sinais apresentados no período prodrômico são: dor de garganta, ulcerações da mucosa oral e faríngea, febre e calafrios. Já a fase aguda, o paciente apresenta: prostração, astenia, ulceração vaginal e retal (que pode ser resultado de uma infecção localizada), pneumonia, infecção do aparelho urinário e septicemia.O diagnóstico é feito por meio da anamnese, juntamente com uma contagem sanguínea completa. No mielograma irão aparecer células mielóides normocelulares com promielócitos com maturação interrompida. Como existem outras doenças que podem levar a um quadro clínico semelhante, como a anemia aplástica, hemoglobinúria paroxística noturna, síndrome mielodisplásica e leucemia, a análise da medula óssea se faz indispensável.O tratamento dessa enfermidade consiste, primariamente, na interrupção da exposição ao fator causador dessa condição. Algumas medidas gerais que devem ser tomadas são:Hospitalização durante a fase aguda da doença;Após a internação: realização de adequada higiene pessoal;Manter a cavidade oral limpa, por meio de lavagens freqüentes com água morna com sal, ou gargarejo com água oxigenada.As possíveis complicações que podem vir a ocorrer são:Septicemia;Broncopneumonia;Danos nos rins;Necrose hemorrágica das lesões nas membranas mucosas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Agranulocitosehttp://www.mccorreia.com/hematologico/agranulocitose.htmhttp://www.saudedicas.com.br/doencas/agranulocitose-183143