Adrenoleucodistrofia São Gonçalo do Amarante RN

Informações sobre Adrenoleucodistrofia em São Gonçalo do Amarante. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adrenoleucodistrofia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São Gonçalo do Amarante.

Diagnose
(84) 3271-1024
Avenida Mônica Dantas
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Clínica Edvaldo Guimarães
(84) 3271-1694
Rua Marcos Vicente Mafra
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Centro Clínico Ponta Negra
(84) 3219-5651
Avenida Praia de Ponta Negra 8892
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Tirol
(84) 3221-0322
Avenida Rodrigues Alves 1155
Natal, Rio Grande do Norte
 
Norclinica
(84) 3201-3799
Rua Maxaranguape 621
Natal, Rio Grande do Norte
 
Centro Clínico Benedito Borges
(84) 3271-4253
Rua Dix-Sept Rosado 46
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Cime - Centro Integrado de Medicina e Estética
(84) 3202-3468
Rua Mipibu 745
Natal, Rio Grande do Norte
 
Gastronutri
(84) 3211-2778
Avenida Rodrigues Alves 930 s 202
Natal, Rio Grande do Norte
 
Angio Cirurgia Vascular e Endovascular
(84) 4009-2030
Rua Coronel Auris Coelho 235 - 2
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Médica Especializada
(84) 3207-1366
Avenida Odilon Gomes de Lima 1916
Natal, Rio Grande do Norte
 

Adrenoleucodistrofia

A adrenoleucodistrofia (ALD), é uma enfermidade de origem genética, rara, englobada dentro do grupo das leucodistrofias, responsável por afetar o cromossomo X, sendo esta uma herança ligada ao sexo de caráter recessivo transmitida pelas mulheres portadoras e que acomete quase que exclusivamente os homens.Esta doença caracteriza-se por uma alteração do metabolismo dos peroxissomos, resultando em um acúmulo de ácidos graxos de cadeia altamente longa (AGCML) formados por 24 a 26 átomos de carbono no organismo, especialmente no cérebro e nas glândulas adrenais (também chamada de supra-renais). Este acúmulo está relacionado ao processo de desmielinização dos axônios acometendo as transmissões dos impulsos nervosos e a insuficiência adrenal.Existem diferentes formas da doença, que são:Neonatal: este tipo manifesta-se nos primeiros meses de vida. Os genes afetados responsáveis pela forma neonatal da ALD, não se localizam no cromossomo Y, ou seja, afeta tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. Neste caso, os portadores apresentam um tempo de sobrevida de 5 anos. O quadro caracteriza-se por retardo, disfunção adrenal, deterioração neurológica, degeneração da retina, convulsões, hipertrofia hepática, anomalias faciais e musculatura fraca.Clássica ou infantil: esta é a forma mais grave da ALD, sendo apresentada por aproximadamente 35% dos portadores da doença. Manifesta-se entre os 4 a 10 anos de idade, sendo que o tempo de sobrevida gira ao redor dos 10 anos. A sintomatologia apresentada por esses pacientes são: problemas de percepção; disfunção adrenal; perda de memória, da visão, da audição, da fala; problemas nos movimentos de marcha; demência severa.Adulta: esta forma é mais leva do que a clássica, manifestando-se no início da adolescência ou no início da idade adulta. Este tipo apresenta sobrevida de décadas. O quadro clínica caracteriza-se por dificuldade de deambulação, disfunção adrenal, impotência, incontinência urinária e deterioração neurológica.ALD em mulheres: embora esta doença manifeste-se especialmente nos homens, mulheres portadoras também podem apresentar uma forma leve de ALD, apresentando sintomas como ataxia, fraqueza ou paralisia das pernas.Os tratamentos para esta afecção são complicados ou ineficientes para sua cura completa. O mais conhecido é o azeite de Lorenzo, que foi desenvolvido pelo pai de um menino portador da doença, história que foi retratada no filme “Lorenzo’s Oil” (O óleo de Lorenzo). Esta terapia consiste em introduzir na dieta dos pacientes um composto de azeites. Existe também a opção do transplante de medula óssea, sendo este ainda o mais eficaz.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adrenoleucodistrofiahttp://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=637http://www.tuasaude.com/adrenoleucodistrofia-doenca-de-lorenzo/http://contenidos.universia.es/html_trad/traducirNoticia/params/noticia/cfd/seccion/8/titulo/LUCHA-CONTRA-ADRENOLEUCODISTROFIA.htmlhttp://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2003-16/4/285a288.pdfhttp://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pdfN/810.pdf