Adrenoleucodistrofia São Cristóvão SE

Informações sobre Adrenoleucodistrofia em São Cristóvão. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adrenoleucodistrofia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São Cristóvão.

Uci - Unidade Clínica de Itaporanga
(79) 3264-1425
Rua Padre Everaldo Lima 110
Itaporanga D'Ajuda, Sergipe
 
Policlin
(79) 3251-5600
Avenida Prefeito Heráclito Rollemberg 4803
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Integrada Homo
(79) 2106-7100
Rua Campo do Brito, 1056
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Mater Dei
(79) 3259-7882
Rua Bahia, 1237 Siquiera campos
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Pró Femina
(79) 3246-5969
Rua Pedro Paes Azevedo 64
Aracaju, Sergipe
 
Centro de Neurologia e Neurocirurgia de Sergipe
(79) 3214-1288
Rua Campos 671 s C
Aracaju, Sergipe
 
Pronton Med
(79) 3245-5456
Rua São Francisco de Assis 1164
Aracaju, Sergipe
 
Derma Clínica de Doenças de Pele
(79) 3214-4679
Avenida Gonçalo Prado Rolemberg 211 s 609
Aracaju, Sergipe
 
Policlínica Vida
(79) 3411-1078
Avenida Lourival Batista 654
Nossa Senhora da Glória, Sergipe
 
Clínica do Coração
(79) 3214-3432
Rua Alcides Leite 91 sl 601
Aracaju, Sergipe
 

Adrenoleucodistrofia

A adrenoleucodistrofia (ALD), é uma enfermidade de origem genética, rara, englobada dentro do grupo das leucodistrofias, responsável por afetar o cromossomo X, sendo esta uma herança ligada ao sexo de caráter recessivo transmitida pelas mulheres portadoras e que acomete quase que exclusivamente os homens.Esta doença caracteriza-se por uma alteração do metabolismo dos peroxissomos, resultando em um acúmulo de ácidos graxos de cadeia altamente longa (AGCML) formados por 24 a 26 átomos de carbono no organismo, especialmente no cérebro e nas glândulas adrenais (também chamada de supra-renais). Este acúmulo está relacionado ao processo de desmielinização dos axônios acometendo as transmissões dos impulsos nervosos e a insuficiência adrenal.Existem diferentes formas da doença, que são:Neonatal: este tipo manifesta-se nos primeiros meses de vida. Os genes afetados responsáveis pela forma neonatal da ALD, não se localizam no cromossomo Y, ou seja, afeta tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. Neste caso, os portadores apresentam um tempo de sobrevida de 5 anos. O quadro caracteriza-se por retardo, disfunção adrenal, deterioração neurológica, degeneração da retina, convulsões, hipertrofia hepática, anomalias faciais e musculatura fraca.Clássica ou infantil: esta é a forma mais grave da ALD, sendo apresentada por aproximadamente 35% dos portadores da doença. Manifesta-se entre os 4 a 10 anos de idade, sendo que o tempo de sobrevida gira ao redor dos 10 anos. A sintomatologia apresentada por esses pacientes são: problemas de percepção; disfunção adrenal; perda de memória, da visão, da audição, da fala; problemas nos movimentos de marcha; demência severa.Adulta: esta forma é mais leva do que a clássica, manifestando-se no início da adolescência ou no início da idade adulta. Este tipo apresenta sobrevida de décadas. O quadro clínica caracteriza-se por dificuldade de deambulação, disfunção adrenal, impotência, incontinência urinária e deterioração neurológica.ALD em mulheres: embora esta doença manifeste-se especialmente nos homens, mulheres portadoras também podem apresentar uma forma leve de ALD, apresentando sintomas como ataxia, fraqueza ou paralisia das pernas.Os tratamentos para esta afecção são complicados ou ineficientes para sua cura completa. O mais conhecido é o azeite de Lorenzo, que foi desenvolvido pelo pai de um menino portador da doença, história que foi retratada no filme “Lorenzo’s Oil” (O óleo de Lorenzo). Esta terapia consiste em introduzir na dieta dos pacientes um composto de azeites. Existe também a opção do transplante de medula óssea, sendo este ainda o mais eficaz.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adrenoleucodistrofiahttp://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=637http://www.tuasaude.com/adrenoleucodistrofia-doenca-de-lorenzo/http://contenidos.universia.es/html_trad/traducirNoticia/params/noticia/cfd/seccion/8/titulo/LUCHA-CONTRA-ADRENOLEUCODISTROFIA.htmlhttp://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2003-16/4/285a288.pdfhttp://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pdfN/810.pdf