Adrenoleucodistrofia Primavera do Leste MT

Informações sobre Adrenoleucodistrofia em Primavera do Leste. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adrenoleucodistrofia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Primavera do Leste.

Somed
(66) 3498-2889
Avenida Cuiabá 550 s 25
Primavera do Leste, Mato Grosso
 
Hospital Das Clínicas Primavera
(66) 3498-1055
Rua Benjamin Cerutti 351 cp 2
Primavera do Leste, Mato Grosso
 
Hospital e Maternidade São Lucas de Primavera do Leste
(66) 3498-1235
Avenida Minas Gerais 356
Primavera do Leste, Mato Grosso
 
Centro Médico Nova Olímpia
(65) 3332-1143
Rua João Gregório da Silva 152
Nova Olímpia, Mato Grosso
 
Unidente Med
(66) 3401-6177
Rua Amaro Leite
Barra do Garças, Mato Grosso
 
Pronto Socorro do Hospital Municipal
(66) 3498-2010
Rua Silvio Ometto 440
Primavera do Leste, Mato Grosso
 
Hospital Das Nações
(66) 3498-2111
Avenida Amazonas 190
Primavera do Leste, Mato Grosso
 
Clínica Doyon
(65) 3326-7711
Avenida Presidente Tancredo Neves 945 W
Tangará da Serra, Mato Grosso
 
Cdr - Centro de Dor e Reumatologia
(65) 3622-2005
Rua Barão de Melgaço 2754 s 1103
Cuiabá, Mato Grosso
 
Clínica Cárdio Pulmonar
(65) 3626-2020
Avenida Miguel Sutil 8000
Cuiabá, Mato Grosso
 

Adrenoleucodistrofia

A adrenoleucodistrofia (ALD), é uma enfermidade de origem genética, rara, englobada dentro do grupo das leucodistrofias, responsável por afetar o cromossomo X, sendo esta uma herança ligada ao sexo de caráter recessivo transmitida pelas mulheres portadoras e que acomete quase que exclusivamente os homens.Esta doença caracteriza-se por uma alteração do metabolismo dos peroxissomos, resultando em um acúmulo de ácidos graxos de cadeia altamente longa (AGCML) formados por 24 a 26 átomos de carbono no organismo, especialmente no cérebro e nas glândulas adrenais (também chamada de supra-renais). Este acúmulo está relacionado ao processo de desmielinização dos axônios acometendo as transmissões dos impulsos nervosos e a insuficiência adrenal.Existem diferentes formas da doença, que são:Neonatal: este tipo manifesta-se nos primeiros meses de vida. Os genes afetados responsáveis pela forma neonatal da ALD, não se localizam no cromossomo Y, ou seja, afeta tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. Neste caso, os portadores apresentam um tempo de sobrevida de 5 anos. O quadro caracteriza-se por retardo, disfunção adrenal, deterioração neurológica, degeneração da retina, convulsões, hipertrofia hepática, anomalias faciais e musculatura fraca.Clássica ou infantil: esta é a forma mais grave da ALD, sendo apresentada por aproximadamente 35% dos portadores da doença. Manifesta-se entre os 4 a 10 anos de idade, sendo que o tempo de sobrevida gira ao redor dos 10 anos. A sintomatologia apresentada por esses pacientes são: problemas de percepção; disfunção adrenal; perda de memória, da visão, da audição, da fala; problemas nos movimentos de marcha; demência severa.Adulta: esta forma é mais leva do que a clássica, manifestando-se no início da adolescência ou no início da idade adulta. Este tipo apresenta sobrevida de décadas. O quadro clínica caracteriza-se por dificuldade de deambulação, disfunção adrenal, impotência, incontinência urinária e deterioração neurológica.ALD em mulheres: embora esta doença manifeste-se especialmente nos homens, mulheres portadoras também podem apresentar uma forma leve de ALD, apresentando sintomas como ataxia, fraqueza ou paralisia das pernas.Os tratamentos para esta afecção são complicados ou ineficientes para sua cura completa. O mais conhecido é o azeite de Lorenzo, que foi desenvolvido pelo pai de um menino portador da doença, história que foi retratada no filme “Lorenzo’s Oil” (O óleo de Lorenzo). Esta terapia consiste em introduzir na dieta dos pacientes um composto de azeites. Existe também a opção do transplante de medula óssea, sendo este ainda o mais eficaz.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adrenoleucodistrofiahttp://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=637http://www.tuasaude.com/adrenoleucodistrofia-doenca-de-lorenzo/http://contenidos.universia.es/html_trad/traducirNoticia/params/noticia/cfd/seccion/8/titulo/LUCHA-CONTRA-ADRENOLEUCODISTROFIA.htmlhttp://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2003-16/4/285a288.pdfhttp://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pdfN/810.pdf