Adrenoleucodistrofia Boa Vista, Roraima

Informações sobre Adrenoleucodistrofia em Boa Vista. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adrenoleucodistrofia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Boa Vista.

Clínica Mãe de Deus
(95) 3224-0325
Avenida Major Williams 1782
Boa Vista, Roraima
 
Clínica Fisiocorpo
(95) 3624-4316
Rua Pedro Rodrigues 1440 s 3
Boa Vista, Roraima
 
Clínica Monte Gilead
(95) 3625-0219
Rua Solon Rodrigues Pessoa 818 qd 38
Boa Vista, Roraima
 
Cdo - Centro de Diagnóstico Ocular
(95) 3624-1218
Rua Coronel Pinto 397
Boa Vista, Roraima
 
Centro Auditivo de Roraima
(95) 3624-4777
Avenida Major Williams 2067
Boa Vista, Roraima
 
Clínica São Mateus
(95) 3623-3999
Avenida Glaycon de Paiva 1056
Boa Vista, Roraima
 
Cecor
(95) 3224-4712
Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, 3497
Boa Vista, Roraima
 
Clínica São Luiz
(95) 3224-4963
Avenida Nossa Senhora da Consolata 760
Boa Vista, Roraima
 
Clínica Arcoverde
(95) 3624-3993
Rua Rocha Leal, 204
Boa Vista, Roraima
 
Clínica Neuroscan
(95) 3224-8003
Rua José Coelho, 38
Boa Vista, Roraima
 

Adrenoleucodistrofia

A adrenoleucodistrofia (ALD), é uma enfermidade de origem genética, rara, englobada dentro do grupo das leucodistrofias, responsável por afetar o cromossomo X, sendo esta uma herança ligada ao sexo de caráter recessivo transmitida pelas mulheres portadoras e que acomete quase que exclusivamente os homens.Esta doença caracteriza-se por uma alteração do metabolismo dos peroxissomos, resultando em um acúmulo de ácidos graxos de cadeia altamente longa (AGCML) formados por 24 a 26 átomos de carbono no organismo, especialmente no cérebro e nas glândulas adrenais (também chamada de supra-renais). Este acúmulo está relacionado ao processo de desmielinização dos axônios acometendo as transmissões dos impulsos nervosos e a insuficiência adrenal.Existem diferentes formas da doença, que são:Neonatal: este tipo manifesta-se nos primeiros meses de vida. Os genes afetados responsáveis pela forma neonatal da ALD, não se localizam no cromossomo Y, ou seja, afeta tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. Neste caso, os portadores apresentam um tempo de sobrevida de 5 anos. O quadro caracteriza-se por retardo, disfunção adrenal, deterioração neurológica, degeneração da retina, convulsões, hipertrofia hepática, anomalias faciais e musculatura fraca.Clássica ou infantil: esta é a forma mais grave da ALD, sendo apresentada por aproximadamente 35% dos portadores da doença. Manifesta-se entre os 4 a 10 anos de idade, sendo que o tempo de sobrevida gira ao redor dos 10 anos. A sintomatologia apresentada por esses pacientes são: problemas de percepção; disfunção adrenal; perda de memória, da visão, da audição, da fala; problemas nos movimentos de marcha; demência severa.Adulta: esta forma é mais leva do que a clássica, manifestando-se no início da adolescência ou no início da idade adulta. Este tipo apresenta sobrevida de décadas. O quadro clínica caracteriza-se por dificuldade de deambulação, disfunção adrenal, impotência, incontinência urinária e deterioração neurológica.ALD em mulheres: embora esta doença manifeste-se especialmente nos homens, mulheres portadoras também podem apresentar uma forma leve de ALD, apresentando sintomas como ataxia, fraqueza ou paralisia das pernas.Os tratamentos para esta afecção são complicados ou ineficientes para sua cura completa. O mais conhecido é o azeite de Lorenzo, que foi desenvolvido pelo pai de um menino portador da doença, história que foi retratada no filme “Lorenzo’s Oil” (O óleo de Lorenzo). Esta terapia consiste em introduzir na dieta dos pacientes um composto de azeites. Existe também a opção do transplante de medula óssea, sendo este ainda o mais eficaz.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adrenoleucodistrofiahttp://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=637http://www.tuasaude.com/adrenoleucodistrofia-doenca-de-lorenzo/http://contenidos.universia.es/html_trad/traducirNoticia/params/noticia/cfd/seccion/8/titulo/LUCHA-CONTRA-ADRENOLEUCODISTROFIA.htmlhttp://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2003-16/4/285a288.pdfhttp://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pdfN/810.pdf