Adenomiose São Gonçalo do Amarante RN

Informações sobre Adenomiose em São Gonçalo do Amarante. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adenomiose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São Gonçalo do Amarante.

Centro Clínico Benedito Borges
(84) 3271-4253
Rua Dix-Sept Rosado 46
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Clínica Edvaldo Guimarães
(84) 3271-1694
Rua Marcos Vicente Mafra
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Gastronutri
(84) 3211-2778
Avenida Rodrigues Alves 930 s 202
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Candelária
(84) 2010-1004
Rua Frei Henrique de Coimbra 3430
Natal, Rio Grande do Norte
 
Cliun Clínica de Urologia de Natal
(84) 3211-9797
Rua Vereador João Alves da Silva Filho 784
Natal, Rio Grande do Norte
 
Diagnose
(84) 3271-1024
Avenida Mônica Dantas
Macaíba, Rio Grande do Norte
 
Cliend
(84) 3211-0772
Rua Nossa Senhora de Lourdes 147
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Pedro Cavalcanti
(84) 4008-5909
Avenida Rodrigues Alves 758
Natal, Rio Grande do Norte
 
Ceame - Centro Especializado de Atendimento Médico
(84) 3611-9660
Rua Ângelo Varela 1047
Natal, Rio Grande do Norte
 
Bios Centro de Medicina Reprodutiva
(84) 3231-2919
Tv São José 2189
Natal, Rio Grande do Norte
 

Adenomiose

Adenomiose é definida como uma patologia uterina, na qual se encontram presentes glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, podendo resultar ou não na hipertrofia das fibras musculares uterinas, com hipertrofia do órgão. É comum pacientes com adenomiose apresentarem também leiomioma ou endometriose.É mais frequente em mulheres que estão entre a faixa etária de 35 a 50 anos. Possivelmente seja comum nessa idade, pois as mulheres apresentam estrógeno em excesso nesse período da vida. Próximo aos 35 anos de idade, o organismo das mulheres cessa a produção de progesterona, o que leva a um equilíbrio dos efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, em consequência da menopausa, as mulheres não produzem tanto estrógeno.A causa dessa patologia ainda não foi elucidada, embora possa estar relacionada com algum trauma uterino que possa resultar no rompimento da barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer durante uma gestação, cesariana ou ligadura de trompas.Existem duas formas distintas de adenomiose, podendo ser focal (envolve apenas o útero) ou difusa. No início são observados focos de adenomiose espalhados no interior do endométrio. Subsequentemente, podem ser visualizados nódulos no miométrio hipertrófico e ectópico do endométrio.A sintomatologia da adenomiose é similar ao de outras patologias uterinas, que são: aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), levando a uma queda na qualidade de vida das pacientes.Desconfia-se do diagnóstico de adenimiose por meio da anamnese e exame físico em mulheres que se encontram na faixa etária anteriormente descrita (35 a 50 anos) que já tiveram filhos e/ou foram submetidas a cirurgias sobre o miométrio e apresentaram alterações clínicas. A confirmação é feita através de exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética.O tratamento abrange o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, por meio do uso de agonistas do GnRH, para minimizar os sintomas. A ablação endometrial acomete apenas a superfície do tecido endometrial e não o tecido que expandiu para o interior da musculatura uterina. Este tecido remanescente ainda continuaria a provocar dor. A ressecção cirúrgica é única opção de cura permanente.Os médicos que acreditam que o estrógeno exacerbado seja a causa da adenomiose, ou que este possa tornar os sintomas mais severos, recomendam evitar produtos com xenoestrógenos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adenomiosehttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032002000900003&script=sci_arttexthttp://eurp.books.officelive.com/20090404.aspxhttp://www.clinicaplena.com.br/faq_det.php?cod=4