Adenomiose Nossa Senhora das Dores SE

Informações sobre Adenomiose em Nossa Senhora das Dores. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adenomiose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Nossa Senhora das Dores.

Natclin
(79) 3265-1686
Rua Desembargador Humberto Diniz Sobral
Nossa Senhora das Dores, Sergipe
 
Clínica Senhora Santana
(79) 3341-2030
Avenida Francisco Figueiredo 1310
Aquidabã, Sergipe
 
Sinapse
(79) 3222-2914
Rua Campos 809
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Itabaiana
(79) 3431-3237
Praça João Pessoa 316
Itabaiana, Sergipe
 
Heminia M F Albuquerque
(79) 3211-2981
Avenida Hermes Fontes 1254 ap 301
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Senhora Santana
(79) 3277-1018
Praça 16 de Julho 31
Carmópolis, Sergipe
 
Associação Médica Hospitalar Nossa Senhora Das Dores
(79) 3265-1211
Praça 23 de Outubro 456
Nossa Senhora das Dores, Sergipe
 
Neuroclínica
(79) 3214-1374
Rua Moacyr Rabelo Leite 131
Aracaju, Sergipe
 
Clínica Vitae
(79) 3431-3050
Rua Jackson Figueiredo 456
Itabaiana, Sergipe
 
Climet - Clínica de Medicina de Tráfego Ltda
(79) 3431-8122
Rodovia BR-235 999 km 51
Itabaiana, Sergipe
 

Adenomiose

Adenomiose é definida como uma patologia uterina, na qual se encontram presentes glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, podendo resultar ou não na hipertrofia das fibras musculares uterinas, com hipertrofia do órgão. É comum pacientes com adenomiose apresentarem também leiomioma ou endometriose.É mais frequente em mulheres que estão entre a faixa etária de 35 a 50 anos. Possivelmente seja comum nessa idade, pois as mulheres apresentam estrógeno em excesso nesse período da vida. Próximo aos 35 anos de idade, o organismo das mulheres cessa a produção de progesterona, o que leva a um equilíbrio dos efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, em consequência da menopausa, as mulheres não produzem tanto estrógeno.A causa dessa patologia ainda não foi elucidada, embora possa estar relacionada com algum trauma uterino que possa resultar no rompimento da barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer durante uma gestação, cesariana ou ligadura de trompas.Existem duas formas distintas de adenomiose, podendo ser focal (envolve apenas o útero) ou difusa. No início são observados focos de adenomiose espalhados no interior do endométrio. Subsequentemente, podem ser visualizados nódulos no miométrio hipertrófico e ectópico do endométrio.A sintomatologia da adenomiose é similar ao de outras patologias uterinas, que são: aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), levando a uma queda na qualidade de vida das pacientes.Desconfia-se do diagnóstico de adenimiose por meio da anamnese e exame físico em mulheres que se encontram na faixa etária anteriormente descrita (35 a 50 anos) que já tiveram filhos e/ou foram submetidas a cirurgias sobre o miométrio e apresentaram alterações clínicas. A confirmação é feita através de exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética.O tratamento abrange o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, por meio do uso de agonistas do GnRH, para minimizar os sintomas. A ablação endometrial acomete apenas a superfície do tecido endometrial e não o tecido que expandiu para o interior da musculatura uterina. Este tecido remanescente ainda continuaria a provocar dor. A ressecção cirúrgica é única opção de cura permanente.Os médicos que acreditam que o estrógeno exacerbado seja a causa da adenomiose, ou que este possa tornar os sintomas mais severos, recomendam evitar produtos com xenoestrógenos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adenomiosehttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032002000900003&script=sci_arttexthttp://eurp.books.officelive.com/20090404.aspxhttp://www.clinicaplena.com.br/faq_det.php?cod=4