Adenomiose Gravataí, Rio Grande do Sul

Informações sobre Adenomiose em Gravataí. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adenomiose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Gravataí.

Frank Ferraz Medicos do Trabalho Associados
(51) 3488-3691
Rua Carlos Linck 50 s 102
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Kellen K Silva
(51) 3431-0085
Rua Coronel Sarmento 1645 lj 1
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Maria do Carmo Dimer Webber
(51) 3484-1142
Avenida José Loureiro da Silva 1441 s 302
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Clinica Solaris
(51) 3488-5466
Rua Benjamin Constant 169
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Centromed
(51) 3488-5266
Rua Doutor Luiz Bastos do Prado 1615
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Clinica Medica Dr Eli
(51) 3497-7289
Rua Alexandrino de Alencar 1530
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Sandra Fagundes Nutriclin
(51) 3043-6114
Rua Anapio Gomes 1668 s 101
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Uniclinica
(51) 3042-4024
Rua Prefeito Ary Tubbs 665 - 8
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Centromed Centro Médico Gravataí
(51) 3488-3444
Rua Doutor Luiz Bastos do Prado 1615
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Paulo Ricardo Bobek
(51) 3484-1418
Rua Antônio R S Vargas 225
Gravataí, Rio Grande do Sul
 

Adenomiose

Adenomiose é definida como uma patologia uterina, na qual se encontram presentes glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, podendo resultar ou não na hipertrofia das fibras musculares uterinas, com hipertrofia do órgão. É comum pacientes com adenomiose apresentarem também leiomioma ou endometriose.É mais frequente em mulheres que estão entre a faixa etária de 35 a 50 anos. Possivelmente seja comum nessa idade, pois as mulheres apresentam estrógeno em excesso nesse período da vida. Próximo aos 35 anos de idade, o organismo das mulheres cessa a produção de progesterona, o que leva a um equilíbrio dos efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, em consequência da menopausa, as mulheres não produzem tanto estrógeno.A causa dessa patologia ainda não foi elucidada, embora possa estar relacionada com algum trauma uterino que possa resultar no rompimento da barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer durante uma gestação, cesariana ou ligadura de trompas.Existem duas formas distintas de adenomiose, podendo ser focal (envolve apenas o útero) ou difusa. No início são observados focos de adenomiose espalhados no interior do endométrio. Subsequentemente, podem ser visualizados nódulos no miométrio hipertrófico e ectópico do endométrio.A sintomatologia da adenomiose é similar ao de outras patologias uterinas, que são: aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), levando a uma queda na qualidade de vida das pacientes.Desconfia-se do diagnóstico de adenimiose por meio da anamnese e exame físico em mulheres que se encontram na faixa etária anteriormente descrita (35 a 50 anos) que já tiveram filhos e/ou foram submetidas a cirurgias sobre o miométrio e apresentaram alterações clínicas. A confirmação é feita através de exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética.O tratamento abrange o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, por meio do uso de agonistas do GnRH, para minimizar os sintomas. A ablação endometrial acomete apenas a superfície do tecido endometrial e não o tecido que expandiu para o interior da musculatura uterina. Este tecido remanescente ainda continuaria a provocar dor. A ressecção cirúrgica é única opção de cura permanente.Os médicos que acreditam que o estrógeno exacerbado seja a causa da adenomiose, ou que este possa tornar os sintomas mais severos, recomendam evitar produtos com xenoestrógenos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adenomiosehttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032002000900003&script=sci_arttexthttp://eurp.books.officelive.com/20090404.aspxhttp://www.clinicaplena.com.br/faq_det.php?cod=4