Adenomiose Espigão D'Oeste RO

Informações sobre Adenomiose em Espigão D'Oeste. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adenomiose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Espigão D'Oeste.

Clínica Santa Rita
(69) 3451-2893
Avenida Presidente Dutra 276
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Unidade Mista de Saúde
(69) 3912-8052
Rua Paraná 3357
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital São Marco
(69) 3481-2370
Avenida 7 de Setembro 2888
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Mateus
(69) 3451-3739
Avenida Presidente Dutra 341
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Francisco
(69) 3451-2935
Rua Castelo Branco 567
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Lucas
(69) 3481-2682
Rua Matriz 2332
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital Memorial
(69) 3481-2874
Rua Acre 2926
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Princesa Isabel
(69) 3451-2473
Avenida Flávio da Silva Dalton 728
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Municipal Ana Neta
(69) 3451-2649
Avenida JK 62
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Unidade Mista de Saúde de Pimenta Bueno
(69) 3451-2649
Avenida JK 62
Pimenta Bueno, Rondônia
 

Adenomiose

Adenomiose é definida como uma patologia uterina, na qual se encontram presentes glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, podendo resultar ou não na hipertrofia das fibras musculares uterinas, com hipertrofia do órgão. É comum pacientes com adenomiose apresentarem também leiomioma ou endometriose.É mais frequente em mulheres que estão entre a faixa etária de 35 a 50 anos. Possivelmente seja comum nessa idade, pois as mulheres apresentam estrógeno em excesso nesse período da vida. Próximo aos 35 anos de idade, o organismo das mulheres cessa a produção de progesterona, o que leva a um equilíbrio dos efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, em consequência da menopausa, as mulheres não produzem tanto estrógeno.A causa dessa patologia ainda não foi elucidada, embora possa estar relacionada com algum trauma uterino que possa resultar no rompimento da barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer durante uma gestação, cesariana ou ligadura de trompas.Existem duas formas distintas de adenomiose, podendo ser focal (envolve apenas o útero) ou difusa. No início são observados focos de adenomiose espalhados no interior do endométrio. Subsequentemente, podem ser visualizados nódulos no miométrio hipertrófico e ectópico do endométrio.A sintomatologia da adenomiose é similar ao de outras patologias uterinas, que são: aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), levando a uma queda na qualidade de vida das pacientes.Desconfia-se do diagnóstico de adenimiose por meio da anamnese e exame físico em mulheres que se encontram na faixa etária anteriormente descrita (35 a 50 anos) que já tiveram filhos e/ou foram submetidas a cirurgias sobre o miométrio e apresentaram alterações clínicas. A confirmação é feita através de exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética.O tratamento abrange o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, por meio do uso de agonistas do GnRH, para minimizar os sintomas. A ablação endometrial acomete apenas a superfície do tecido endometrial e não o tecido que expandiu para o interior da musculatura uterina. Este tecido remanescente ainda continuaria a provocar dor. A ressecção cirúrgica é única opção de cura permanente.Os médicos que acreditam que o estrógeno exacerbado seja a causa da adenomiose, ou que este possa tornar os sintomas mais severos, recomendam evitar produtos com xenoestrógenos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adenomiosehttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032002000900003&script=sci_arttexthttp://eurp.books.officelive.com/20090404.aspxhttp://www.clinicaplena.com.br/faq_det.php?cod=4