Adenomiose Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Informações sobre Adenomiose em Campo Grande. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Adenomiose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campo Grande.

Clínica da Face
(67) 3382-2412
Rua Abrão Júlio Rahe 1153
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Dias de Vivar
(67) 3431-2226
Rua Marechal Floriano Peixoto 1682
Ponta Porã, Mato Grosso do Sul
 
Ceon - Centro Especializado Em Oncologia
(67) 3384-3131
Rua Antônio Maria Coelho, 3118
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Débora Cristina Fernandes de Oliveira
(67) 3042-4346
Rua Eduardo Santos Pereira 478 c 3
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Fisclin Centro Clínico
(67) 3042-0321
Rua Antônio Maria Coelho 2481
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Hospital de Olhos
(67) 3321-4531
Avenida Afonso Pena, 3968  
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica 13 de Maio
(67) 3382-8931
Rua 13 de Maio 2286
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Mulher
(67) 3325-7554
Rua 15 de Novembro 1276
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Médica Luciana de Matos
(67) 3384-7274
Rua Joaquim Murtinho, 513
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Pró Renal
(67) 3325-7663
Rua Antônio Maria Coelho 1675
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 

Adenomiose

Adenomiose é definida como uma patologia uterina, na qual se encontram presentes glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, podendo resultar ou não na hipertrofia das fibras musculares uterinas, com hipertrofia do órgão. É comum pacientes com adenomiose apresentarem também leiomioma ou endometriose.É mais frequente em mulheres que estão entre a faixa etária de 35 a 50 anos. Possivelmente seja comum nessa idade, pois as mulheres apresentam estrógeno em excesso nesse período da vida. Próximo aos 35 anos de idade, o organismo das mulheres cessa a produção de progesterona, o que leva a um equilíbrio dos efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, em consequência da menopausa, as mulheres não produzem tanto estrógeno.A causa dessa patologia ainda não foi elucidada, embora possa estar relacionada com algum trauma uterino que possa resultar no rompimento da barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode ocorrer durante uma gestação, cesariana ou ligadura de trompas.Existem duas formas distintas de adenomiose, podendo ser focal (envolve apenas o útero) ou difusa. No início são observados focos de adenomiose espalhados no interior do endométrio. Subsequentemente, podem ser visualizados nódulos no miométrio hipertrófico e ectópico do endométrio.A sintomatologia da adenomiose é similar ao de outras patologias uterinas, que são: aumento do fluxo menstrual (menorragia) e das cólicas uterinas (dismenorréia), levando a uma queda na qualidade de vida das pacientes.Desconfia-se do diagnóstico de adenimiose por meio da anamnese e exame físico em mulheres que se encontram na faixa etária anteriormente descrita (35 a 50 anos) que já tiveram filhos e/ou foram submetidas a cirurgias sobre o miométrio e apresentaram alterações clínicas. A confirmação é feita através de exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética.O tratamento abrange o uso de antiinflamatórios não-esteróides e a supressão hormonal, por meio do uso de agonistas do GnRH, para minimizar os sintomas. A ablação endometrial acomete apenas a superfície do tecido endometrial e não o tecido que expandiu para o interior da musculatura uterina. Este tecido remanescente ainda continuaria a provocar dor. A ressecção cirúrgica é única opção de cura permanente.Os médicos que acreditam que o estrógeno exacerbado seja a causa da adenomiose, ou que este possa tornar os sintomas mais severos, recomendam evitar produtos com xenoestrógenos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Adenomiosehttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032002000900003&script=sci_arttexthttp://eurp.books.officelive.com/20090404.aspxhttp://www.clinicaplena.com.br/faq_det.php?cod=4