Acromatopsia Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Informações sobre Acromatopsia em Campo Grande. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Acromatopsia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campo Grande.

Clínica Médica Luciana de Matos
(67) 3384-7274
Rua Joaquim Murtinho, 513
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Vitae
(67) 3326-2546
Rua Frederico Soares 391
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Mais Vida
(67) 3026-3130
Rua Frederico Soares 476
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Dr Celso Baptista Tabosa & Associados
(67) 3383-3040
Rua 7 de Setembro 1150
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Infantil Pequeno Príncipe
(67) 3382-6162
Rua Dom Aquino 393
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Teresa de Ávila
(67) 3384-4170
Avenida Mato Grosso 358
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Ceon - Centro Especializado Em Oncologia
(67) 3384-3131
Rua Antônio Maria Coelho, 3118
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Freitas & Furlane
(67) 3321-1065
Rua Antônio Maria Coelho 2729
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Psicomed
(67) 3323-1821
Rua Padre João Crippa 1098
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Policlin Xv de Novembro
(67) 3321-3413
Rua 15 de Novembro 574
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 

Acromatopsia

A acromatopsia (ACHM) consiste em uma patologia caracterizada por sintomas que estão ligados a, no mínimo, cinco doenças distintas.Tipicamente, este termo refere-se a um transtorno visual da cor, congênito, de caráter autossômico recessivo, caracterizado pela inabilidade de perceber cores e adquirir acuidade visual satisfatória em níveis de luz elevado. Contudo, em alguns casos, os pacientes são capazes de enxergarem certas dores, condição denominada discromatopsia.Este distúrbio é pouco discutido na literatura médica atual. Ficou mais conhecida em 1997, por ter sido relatado no livro do neurocientista Oliver Sacks, intitulado “The Island of the Colorblind”.Existem duas células fotorreceptoras distintas na córnea: cones e bastonetes. Os cones são responsáveis pelo reconhecimento das cores, enquanto que os bastonetes estão envolvidos no reconhecimento da luz. Portadores desta doença possuem defeito nos cones, com somente os bastonetes funcionando adequadamente. Desta forma, os pacientes não conseguem enxergar as cores, ou enxergam muito pouco, uma vez que os bastonetes não conseguem distingui-las.Existe uma discussão se os portadores desta desordem podem ou não enxergar cores. Sabe-se que alguns indivíduos podem ver certas cores, de acordo com os genes envolvidos, já que cinco genes distintos estão relacionados com a ACHM.As manifestações clínicas incluem:Severa fotofobia;Baixa ou ausente visão de cores;Nistagmo;Anormalidades de funcionamento da íris;Diminuição da acuidade visual.Além disso, existe outro sintoma pouco debatido, que é a falta de conhecimento, pelos pacientes, do complexo tridimensional do seu sistema visual. Habitualmente, esses pacientes não presenciam as características estereográficas de uma cena.O diagnóstico da ACHM é difícil, uma vez que o fundo do olho aparenta estar normal. Sendo assim, o médico oftalmologista deve basear seu diagnóstico no quadro clínico apresentado elo paciente, juntamente com um eletroretinografia.Não existe cura para a ACHM; contudo, os sintomas podem ser controlados. Uso de óculos de grau ou de sol, bem como diminuição da luz no ambiente pode auxiliar no controle das manifestações clínicas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Acromatopsiahttp://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/13307http://www.achromat.org/what_is_achromatopsia.html